Cristo A Igreja
Plano Encontro 2 Dia 113
Este plano não foi iniciado. Marque a leitura como lida para iniciá-lo hoje.
Leitura do livro
Atos dos Apóstolos, páginas 192-193
e por boa fama; como enganadores, e sendo verdadeiros; como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não mortos; como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos” (2Co 6:3, 4-10).
A Tito ele escreveu: “Exorta semelhantemente os mancebos a que sejam moderados. Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós” (Tt 2:6-8).
Nada existe mais precioso à vista de Deus que Seus ministros, os quais vão aos lugares desolados da Terra para semear as sementes da verdade, na esperança da colheita: Ninguém a não ser Cristo pode medir a solicitude de Seus servos ao saírem em busca dos perdidos. Ele lhes outorga Seu Espírito, e por seus esforços as almas são levadas a tornarem do pecado para a justiça.
Deus está chamando homens que estejam dispostos a deixar suas fazendas, negócios, se necessário a família, para se tornarem missionários para Ele. E o chamado será respondido. Tem havido no passado homens que, constrangidos pelo amor de Cristo e pelas necessidades dos perdidos, deixaram os confortos do lar e a sociedade de amigos, inclusive da esposa e filhos, para irem a terras estrangeiras, entre idólatras e selvagens, a fim de proclamar a mensagem de misericórdia. Muitos nessa empreitada perderam a vida, mas outros têm surgido para levar a obra. Assim passo a passo a causa de Cristo tem progredido, e a semente semeada em tristeza tem produzido uma abundante colheita. O conhecimento de Deus tem sido estendido amplamente, e a bandeira da cruz plantada em terras pagãs.
Para a conversão de um só pecador, o ministro deve forçar ao máximo suas energias. A alma criada por Deus e por Cristo redimida, é de grande valor, por causa das possibilidades perante ela, das vantagens espirituais que lhe tem sido concedidas, das habilidades que pode possuir se vitalizada pela Palavra de Deus e da imortalidade que pode obter através da esperança apresentada no evangelho. E se Cristo deixou as noventa e nove ovelhas para que pudesse buscar e salvar a única que se havia extraviado, podemos nós ser justificados fazendo menos? Não constitui o negligenciar trabalhar como Cristo trabalhou, sacrificar como Ele sacrificou, a traição de sagradas verdades, um insulto a Deus?
O coração do verdadeiro ministro está cheio do intenso desejo de salvar almas. São gastos o tempo e a força, e nenhum penoso esforço é evitado, pois outros precisam ouvir as verdades que levaram a sua própria alma tamanha alegria, paz e satisfação. O Espírito de Cristo repousa sobre ele. Ele vela pelas almas como quem deve dar conta delas. Com os olhos fixos na cruz do Calvário, contemplando o Salvador suspenso, confiando em Sua graça, crendo que Ele estará com ele até o fim, como sua proteção, sua fortaleza, sua eficiência, ele trabalha para Deus. Com rogos e convites, misturados com a segurança do amor de Deus, ele busca conquistar almas para Jesus, e no Céu é contado entre os que são “chamados, e eleitos, e fiéis” (Ap 17:14).
Seção 4 — O Ministério De Paulo
Atos dos Apóstolos · Ellen G. White