Cristo Nossa Esperança
Plano Encontro 4 Dia 90
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Leitura do livro
Profetas e Reis, páginas 100-101
“Então Josafá se prostrou com o rosto em terra; e todo o Judá e os moradores de Jerusalém se lançaram perante o Senhor, adorando ao Senhor. E levantaram-se os levitas, dos filhos dos coatitas, e dos filhos dos coraítas, para louvarem ao Senhor Deus de Israel, com voz muito alta”.
Pela manhã cedo se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa. Ao avançarem para a batalha, Josafá disse: “Ouvi-me, ó Judá, e vós moradores de Jerusalém: Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas, e sereis prosperados”. “E aconselhou-se com o povo, e ordenou cantores para o Senhor, que louvassem a Majestade santa”. 2 Crônicas 20:14-21. Esses cantores iam diante do exército, erguendo suas vozes em louvor a Deus pela promessa de vitória.
Era uma maneira singular de ir à batalha contra o exército do inimigo — louvando ao Senhor com cânticos, e exaltando o Deus de Israel. Este era seu hino de batalha. Eles possuíam a beleza da santidade. Se mais louvores de Deus tivessem lugar agora, esperança e coragem e fé aumentariam constantemente. E isto não fortaleceria as mãos dos valentes soldados que hoje estão firmes em defesa da verdade?
“O Senhor pôs emboscadas contra os filhos de Amom, e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá, e foram desbaratados. Porque os filhos de Amom e de Moabe se levantaram contra os moradores das montanhas de Seir, para os destruir e exterminar; e, acabando eles com os das montanhas de Seir, ajudaram uns aos outros a destruir-se.
“Entretanto chegou Judá à atalaia do deserto; e olharam para a multidão, e eis que eram corpos mortos, que jaziam em terra, e nenhum escapou”. 2 Crônicas 20:22-24.
Deus foi a força de Judá nesta crise, e é Ele a força de Seu povo hoje. Não devemos confiar em príncipes, ou pôr o homem no lugar de Deus. Devemos lembrar que os seres humanos são falíveis e falhos, e que Aquele que tem todo o poder é nossa forte torre de defesa. Em qualquer emergência devemos sentir que a batalha é Sua. Seus recursos são ilimitados, e as aparentes impossibilidades farão que a vitória seja ainda maior.
“Salva-nos, ó Deus da nossa salvação,
E ajuda-nos e livra-nos das nações,
para que louvemos o Teu santo nome,
e nos gloriemos no Teu louvor”.
Carregados com os despojos, os exércitos de Judá retornaram “com alegria, porque o Senhor os alegrara acerca dos seus inimigos. E vieram a Jerusalém com alaúdes, e com harpas, e com trombetas, para a casa do Senhor”. 2 Crônicas 20:27, 28. Grande era seu motivo para júbilo. Em obediência à ordem: “Estai em pé, e vede a salvação do Senhor. [...] Não temais, nem vos assusteis” (2 Crônicas 20:17), eles tinham posto sua confiança inteiramente em Deus, e Ele Se havia provado sua fortaleza e Libertador. Agora podiam cantar com entendimento os inspirados hinos de Davi:
“Deus é o nosso refúgio e fortaleza,
socorro bem presente na angústia. [...]
Ele [...] quebra o arco e corta a lança;
queima os carros no fogo.
Aquietai-vos, e sabei que Eu sou Deus;
serei exaltado entre as nações,
serei exaltado na Terra.
O Senhor dos exércitos está conosco,
o Deus de Jacó é o nosso refúgio”.
“Segundo é o Teu nome, ó Deus, assim é o Teu louvor,
até aos fins da Terra: A Tua mão direita está cheia de justiça.
Alegre-se o monte de Sião;
alegrem-se as filhas de Judá Por causa dos Teus juízos. [...]
Deus é o nosso Deus para sempre;
Ele será o nosso guia até a morte”.
Através da fé dos governantes de Judá e de seus exércitos, “veio o temor de Deus sobre todos os reinos daquelas terras, ouvindo eles que o Senhor havia pelejado contra os inimigos de Israel. E o reino de Josafá ficou quieto; e o seu Deus lhe deu repouso em redor”. 2 Crônicas 20:29, 30.
Profetas e Reis · Ellen G. White