Cristo Nossa Esperança
Plano Encontro 4 Dia 13
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Leitura bíblica
Provérbios 16-18
Provérbios 16
1 O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR. 2 Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. 3 Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos. 4 O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade. 5 Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune. 6 Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal. 7 Sendo o caminho dos homens agradável ao SENHOR, este reconcilia com eles os seus inimigos. 8 Melhor é o pouco, havendo justiça, do que grandes rendimentos com injustiça. 9 O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos. 10 Nos lábios do rei se acham decisões autorizadas; no julgar não transgrida, pois, a sua boca. 11 Peso e balança justos pertencem ao SENHOR; obra sua são todos os pesos da bolsa. 12 A prática da impiedade é abominável para os reis, porque com justiça se estabelece o trono. 13 Os lábios justos são o contentamento do rei, e ele ama o que fala coisas retas. 14 O furor do rei são uns mensageiros de morte, mas o homem sábio o apazigua. 15 O semblante alegre do rei significa vida, e a sua benevolência é como a nuvem que traz chuva serôdia. 16 Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E mais excelente, adquirir a prudência do que a prata! 17 O caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma. 18 A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda. 19 Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os soberbos. 20 O que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no SENHOR, esse é feliz. 21 O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber. 22 O entendimento, para aqueles que o possuem, é fonte de vida; mas, para o insensato, a sua estultícia lhe é castigo. 23 O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios. 24 Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. 25 Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte. 26 A fome do trabalhador o faz trabalhar, porque a sua boca a isso o incita. 27 O homem depravado cava o mal, e nos seus lábios há como que fogo ardente. 28 O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos. 29 O homem violento alicia o seu companheiro e guia-o por um caminho que não é bom. 30 Quem fecha os olhos imagina o mal, e, quando morde os lábios, o executa. 31 Coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça. 32 Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade. 33 A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda decisão.
Provérbios 17
1 Melhor é um bocado seco e tranquilidade do que a casa farta de carnes e contendas. 2 O escravo prudente dominará sobre o filho que causa vergonha e, entre os irmãos, terá parte na herança. 3 O crisol prova a prata, e o forno, o ouro; mas aos corações prova o SENHOR. 4 O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna. 5 O que escarnece do pobre insulta ao que o criou; o que se alegra da calamidade não ficará impune. 6 Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais. 7 Ao insensato não convém a palavra excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso! 8 Pedra mágica é o suborno aos olhos de quem o dá, e para onde quer que se volte terá seu proveito. 9 O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos. 10 Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato. 11 O rebelde não busca senão o mal; por isso, mensageiro cruel se enviará contra ele. 12 Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia. 13 Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa. 14 Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas. 15 O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro. 16 De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento? 17 Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão. 18 O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador do seu próximo. 19 O que ama a contenda ama o pecado; o que faz alta a sua porta facilita a própria queda. 20 O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal. 21 O filho estulto é tristeza para o pai, e o pai do insensato não se alegra. 22 O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. 23 O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça. 24 A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra. 25 O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz. 26 Não é bom punir ao justo; é contra todo direito ferir ao príncipe. 27 Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência. 28 Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.
Provérbios 18
1 O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria. 2 O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior. 3 Vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha. 4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e a fonte da sabedoria, ribeiros transbordantes. 5 Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos. 6 Os lábios do insensato entram na contenda, e por açoites brada a sua boca. 7 A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma. 8 As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre. 9 Quem é negligente na sua obra já é irmão do desperdiçador. 10 Torre forte é o nome do SENHOR, à qual o justo se acolhe e está seguro. 11 Os bens do rico lhe são cidade forte e, segundo imagina, uma alta muralha. 12 Antes da ruína, gaba-se o coração do homem, e diante da honra vai a humildade. 13 Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha. 14 O espírito firme sustém o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o pode suportar? 15 O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios procura o saber. 16 O presente que o homem faz alarga-lhe o caminho e leva-o perante os grandes. 17 O que começa o pleito parece justo, até que vem o outro e o examina. 18 Pelo lançar da sorte, cessam os pleitos, e se decide a causa entre os poderosos. 19 O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo. 20 Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz. 21 A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto. 22 O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR. 23 O pobre fala com súplicas, porém o rico responde com durezas. 24 O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão.
Versão Almeida Revista e Atualizada