Cristo O Caminho
Plano Encontro 1 Dia 158
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Leitura bíblica
João 6:14-21
João 6:14-21
14 Vendo, pois, os homens o sinal que Jesus fizera, disseram: Este é, verdadeiramente, o profeta que devia vir ao mundo. 15 Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir com o intuito de arrebatá-lo para o proclamarem rei, retirou-se novamente, sozinho, para o monte. 16 Ao descambar o dia, os seus discípulos desceram para o mar. 17 E, tomando um barco, passaram para o outro lado, rumo a Cafarnaum. Já se fazia escuro, e Jesus ainda não viera ter com eles. 18 E o mar começava a empolar-se, agitado por vento rijo que soprava. 19 Tendo navegado uns vinte e cinco a trinta estádios, eis que viram Jesus andando por sobre o mar, aproximando-se do barco; e ficaram possuídos de temor. 20 Mas Jesus lhes disse: Sou eu. Não temais! 21 Então, eles, de bom grado, o receberam, e logo o barco chegou ao seu destino.
Versão Almeida Revista e Atualizada
Leitura do livro
O Desejado de Todas as Nações, página 260
Capítulo 40 — Uma noite no lago
Este capítulo é baseado em Mateus 14:22-33; Marcos 6:45-52; João 6:14-21.
Sentado na relva da planície, ao crepúsculo de uma tarde de primavera, o povo comeu do alimento que Cristo provera. As palavras por eles ouvidas, naquele dia, soaram-lhes aos ouvidos como a voz de Deus. As obras de cura que presenciaram eram tais, que só o poder divino as poderia realizar. Mas o milagre dos pães tocou a todos naquela vasta multidão. Todos participaram de seus benefícios. Nos dias de Moisés, Deus alimentara Israel com o maná no deserto; e quem era este que os alimentara naquele dia, senão Aquele de quem Moisés tinha profetizado? Poder algum humano poderia criar, de cinco pães de cevada e dois peixinhos, alimento bastante para saciar milhares de criaturas famintas. E disseram uns aos outros: “Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.”
Durante todo o dia essa convicção se robustecera. Aquele ato, que tudo coroou, é a afirmação de que o longamente esperado Libertador Se acha entre eles. As esperanças do povo vão subindo de ponto. É este Aquele que há de tornar a Judéia um paraíso terrestre, uma terra que mana leite e mel. Pode satisfazer todo desejo. Pode derribar o poder dos odiados romanos. Pode libertar Judá e Jerusalém. Pode curar os soldados feridos na batalha. Abastecer exércitos inteiros de alimento. Conquistar as nações, e dar a Israel o domínio longamente ambicionado.
Em seu entusiasmo, o povo estava disposto a coroá-Lo imediatamente Rei. Vêem que Ele não faz nenhum esforço para atrair a atenção ou conquistar honras para Si. A esse respeito, difere essencialmente dos sacerdotes e principais, e temem que não venha nunca a reclamar Seus direitos ao trono de Davi. Consultando-se entre si, concordaram em apoderar-se dEle por força, e proclamá-Lo rei de Israel. Os discípulos unem-se à multidão em declarar que o trono de Davi é a legítima herança de seu Mestre. É a modéstia de Cristo, dizem, que O faz recusar essa honra. Que o povo exalte seu Libertador. Que os arrogantes sacerdotes e principais sejam forçados a honrar Aquele que vem revestido de autoridade divina.
Tomam ansiosamente providências para executar seu desígnio; mas Jesus vê o que está em andamento e compreende, como eles não o podem fazer, o resultado desse movimento. Mesmo então estavam os sacerdotes e principais a Lhe buscar a vida. Acusavam-nO de desviar deles o povo. Violência e insurreição seguir-se-iam a qualquer esforço para O colocar
O Desejado de Todas as Nações · Ellen G. White